sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Será?

Amanhã ou no máximo segunda acaba meu período de experiência. Será que fico, ou vou ser mais uma descartável?

Taroterapia


Nos instantes de "nada pra fazer" encontrei esse link em uma comunidade do orkut e resolvi experimentar. Taí o resultado:



Seu Arcano Pessoal é:

16 - A TORRE


Palavras-Chave: Fim da Ilusão e Reestruturação


Um acontecimento marcante a nível psicológico ocorreu aos 16 anos;

Empenho e busca da verdade;

Se cobra muito;

Pode ter prejuízos por neglingência;

Cuidado ao assumir posições de comando;

Realismo;

Escravo(a) da imprevisibilidade;

Testes de fé e otimismo;

Cuidado com as precipitações;

Quebra velhos valores;

Evite a rigidez consigo mesma;

Não seja radical;

Atenção a acidentes pessoais;

Fortificou-se ou amadureceu através de uma perda;

Convicções poderosas;

Postura honesta;

Fidelidade aos seus princípios;

Não se deixe sucumbir pelas preocupações;

Respeite as hierarquias;

Capacidade construtiva e moderação;

Tem que estar 24 horas com os "pés no chão";

Tire sua "armadura" emocional;

Personalidade marcante;

Vença o pragmatismo ou toda sistemática;

Nunca tenha preconceitos;

Voe baixinho (e depois poderá atingir as alturas);

Evite o fatalismo;

Sintonizado(a) psiquicamente com cataclismas e mudanças no mundo;

Exerça com sabedoria seu poder;

Não seja apressada;

Íntegra e direta nas opiniões;

Trabalhe suas culpas;

Confronta o fanatismo;

Não faça "tempestade de um copo d'água";

Luta para manter a segurança material;

Não imponha nunca;

Zela pela segurança alheia;

Crises de identidade quando adolescente;

Trabalhe o pessimismo ou indiferença;

Cuide da coluna vertebral, articulações, atenção a cortes ou queimaduras;

Tem o poder de derrubar a falsidade ou desmascarar os outros;

Perdas estranhas podem acontecer;

A humildade é caminho para o sucesso;

Quer entender tudo ao mesmo tempo;

Vire a página das antigas dores;

Coordene seu trabalho paralelamente ao emocional;

Vá fundo em si mesma;

Valorize tudo o que tem e agradeça;

Não se puna;

Evite os deprimidos ou pessimistas.
Postado ao som de Los Hermanos - Tenha Dó

Acho que ela está falando de alguém que conheço bem...


O que leva as pessoas a serem co-dependentes




É importante cuidar de uma pessoa querida que passe por apuros?...


Por Cecilia Zylberstajn - Psicologia e psicodramatista




Como seres humanos, temos muitas vezes a necessidade de ajudar ao outro. Queremos que ele pare de sofrer e melhore. Não medimos esforços para amparar quem amamos e proteger das coisas que lhes fazem mal. Mas qual é o limite? Até onde devemos ir? Quanto devemos fazer para ajudar o outro?


A intensidade e o grau de envolvimento devem ter um limite. Uma pessoa que vive o problema do outro como se fosse seu e se preocupa mais em ajudar o outro do que em ajudar a si mesma é chamada de co-dependente.


O termo co-dependência surgiu no final da década de 70, simultaneamente em diversos centros nos EUA. Originalmente, era usado para designar pessoas que tinham suas vidas afetadas pelo envolvimento com alcoólatras, desenvolvendo com elas um padrão de relacionamento nocivo a ambos.


Muito antes disso, entretanto, já era sabido que os familiares de alcoólatras desenvolviam com esta pessoa uma relação parecida com a que esta pessoa desenvolvia com o álcool. Os familiares dos alcoólatras, na década de 40, sentiram a necessidade de criar um grupo de 12 passos, paralelo ao AAA, para que pudessem trocar experiências e se recuperarem. Assim nasceu o Al-Anon.


Nos anos seguintes, a definição foi expandida para a convivência com outros vícios, transtornos do impulso ou compulsões.


Hoje se sabe que o relacionamento com pessoas perturbadas, carentes, doentes, deprimidas e dependentes pode gerar a co-dependência.


Estes relacionamentos são caracterizados por se evitar discutir os problemas e expressar abertamente as emoções. A comunicação não é direta e clara, e criam-se expectativas irrealistas sobre o outro doente. Existe uma espécie de pacto de silencio para não se mudar em nada o equilíbrio da relação, mesmo que seja em direção ao crescimento.


Melody Beattie, em seu livro Co-dependência Nunca Mais, define o co-dependente como uma pessoa que tem deixado o comportamento de outra afetá-la e é obcecada em controlar o comportamento dessa outra pessoa . A co-dependência é uma doença crônica e progressiva.


Uma pessoa co-dependente é viciada em se vincular a pessoas problemáticas.


Geralmente quando sai de um relacionamento com uma pessoa perturbada, procura uma outra pessoa perturbada e repete os comportamentos co-dependentes. Estes comportamentos incluem um ajudar ao outro compulsivamente e uma obsessão em tomar conta do outro.


A pessoa co-dependente tem baixa auto-estima, valoriza-se pouco, e considera o outro de quem cuida mais importante que ela mesma. Sente muita culpa, o que faz com que se responsabilize pelos comportamentos da outra pessoa. Sente também muita raiva, mas não se permite expressar abertamente este sentimento. O co-dependente pode usar esta raiva para se auto-agredir, protegendo assim o outro, de quem realmente sente raiva, mas que não pode ferir de nenhuma maneira.


O tratamento da co-dependência não é fácil, mas é possível. O ideal é combinar a psicoterapia com os grupos de auto-ajuda de 12 passos.


Na psicoterapia, a pessoa co-dependente tem como desafios: aceitar suas limitações em ajudar aos outros e colocar-se como sua prioridade número um; desenvolver um projeto de vida próprio, com objetivos e metas realistas; aprender que ajudar o outro significa dar-lhe autonomia e responsabilidade para decidir que ajuda precisa, lidar com a culpa; perceber e expressar a raiva; e que só pode ajudar o outro quando a ajuda estiver dentro das suas possibilidades; e também comunicar seus desejos e necessidades de forma clara e aberta.


Existem hoje muitos tipos de gupos de auto ajuda, entre eles o Al-Anon, para familiares e amigos de alcoólatras, o MADA (Mulheres que Amam Demais), para mulheres dependentes de relacionamentos, e finalmente o CoDA (Codependentes Anônimos), para co-dependentes em geral.


Nestes grupos é possível partilhar experiências e buscar a recuperação ao lado de pessoas com sofrimentos semelhantes.


As pessoas co-dependentes sentem como se o outro fosse seu bote salva-vidas. Mas este bote está furado e afundando. Mudanças geram medo, mas também representam desafios. O grande desafio do co-depentende é libertar-se, aprender a nadar, e ir na direção que deseja.


Se estiver forte, poderá até rebocar o bote salva-vidas e assim, de verdade, ajudá-lo.




[i] Melody Beattie. Co-dependência nunca mais. Ed Record, 1997Cecília Zylberstajn é psicóloga pela PUC-SP, psicodramatista e psicoterapeuta de adolescentes e adultosPara saber mais, acesse: www.ceciliaz.com.br Tel.: (11) 3668-7476 E-mail: cecilia@ceciliaz.com.br

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Vontade de sumir.


Por que hoje tá f... ser eu!!!!


modo depressivo ON.


Sem comentários.

Acabou.


Enfim, acabou o carnaval. Acabaram-se também as ilusões de felicidade. De volta a velha (e monótona) rotina.


Nada a declarar. Apenas que odeio quem tenta me fazer de idiota. Quem pensa que sou a menininha bobinha. Odeio. É incrível como as pessoas tem o dom de fazer com que minha preocupação com elas se transforme em repulsa.


Não me cobre honestidade e transparência se você age como uma vidraça cheia de lama.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Vê os delírios dos gritos de amor, nessa orgia de som e de dor...


Carnaval...


Recife, cidade multicultural... As ruas fervendo de gente, embaladas pelo maracatu, frevo e afins... Os blocos passam e levam todo mundo junto, cantando a plenos pulmões... Felicidade...


Hoje me vi no meio dessa multidão. Divertido na hora? É, foi... Depois... Como diria uma música muito cantada nessa época, "caiu a máscara da ilusão...". Cheguei em casa, e o vazio bateu. Enorme, um buraco negro dos mais profundos.


Explicação? Nenhuma.

J. me diz que não perdi nada, que carnaval tem todo ano... Que não entende minhas variações de humor... Nem eu entendo...


Enfim, amanhã estaremos na terça de carnaval... E o buraco, continuará a crescer?


Sem música pro post hoje.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Afirmações

Sim, eu te amo.
Verdade, eu reprimo isso, na maioria das vezes deixo de falar, substituo por um sorriso debochado ou por reticências.
É isso, eu te amo. Isso é ruim? Talvez, sempre que amo, sou inconsequente.
Mas com você... Nossas inconsequencias são deliciosamente permitidas.
Como você mesmo disse, em uma de nossas inúmeras conversas, o que faz sentido nisso tudo? Nada precisa fazer sentido. Tudo está disponível pra nós dois, pra ser vivido.
Até quando vai durar? Não sei, nem me interesso em saber.
Dane-se o mundo e o seu falso moralismo. Dane-se quem olha pra nossa felicidade extremamente despudorada com o canto dos olhos. Danem-se!
Estou feliz. Mais ainda em saber que te faço feliz.

Feliz por você ser o chato mais legal, necessário e compreensivo que eu conheço.